sábado, 8 de julho de 2017

Justiça nega pedido de família para exumar ossada da garota Gabrielly



A Justiça negou o pedido de exumação da ossada da menina Gabrielly Gomes Santana, de 7 anos, feito pela família da criança no início do mês. Os parentes da garota, que desapareceu em Feira de Santana, em janeiro desse ano, pediram a realização de novos exames periciais porque têm dúvidas se os restos mortais encontrados são mesmo da criança.
A decisão da Justiça, assinada da juíza Márcia Simões Costa, titular da vara do júri da cidade, foi enviada, no final da tarde desta sexta-feira (7), para o delegado João Rodrigo Uzzum, coordenador da 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (1ª Coorpin).
O pai da garota, o pedreiro Joilson Santana, disse, ao fazer o pedido de exumação, que a dentição do crânio encontrado pela polícia às margens da Avenida Eduardo Fróes da Mota, no bairro Feira IX, é diferente da que a menina tinha quando desapareceu. Ele disse que chegou a essa conclusão após comparar fotos da criança com fotos do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
O delegado Uzzum destacou, no entanto, que exames de DNA já haviam comprovado que o crânio é mesmo da menina. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) também considerou que não há necessidade de exumação dos restos mortais de Gabrielly.
Uzzum também afirmou que a polícia ainda continua investigando para saber quem matou a garota.
FR

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