sexta-feira, 15 de setembro de 2017

"Dida" é preso após sequestro e estupro de garoto de 12 anos


http://www.fortenoreconcavo.com.br/2017/04/saiba-um-pouco-mais-sobre-clarividencia.html

O lavador de carros Francisco José Santos, conhecido como "Dida", de 21 anos, acusado de sequestrar e estuprar um garoto de 12 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido, na quinta-feira (14/9), por uma equipe da 1ª DT (Delegacia Territorial), de Itabuna. O homem foi localizado no bairro Santo Antônio, para onde costumava ir à noite para dormir na rua.
Francisco conheceu o garoto em junho do ano passado e, o convidou para acompanhá-lo até uma pousada, no centro de Itabuna, onde estava hospedado. O garoto aceitou o convite, mas quando disse que precisava retornar para casa foi impedido pelo lavador de carros, que o violentou sexualmente.
Segundo a polícia, além de manter o menino em cárcere privado, Francisco o obrigava a lavar carros, sempre sob sua vigilância para que não fugisse, ficando com o dinheiro do serviço. No final de 2016, ao desconfiar que estava sendo procurado pela polícia, Francisco se mudou para Ilhéus, levando o garoto consigo.
Enquanto isso, a família do menino, que já havia prestado queixa sobre o seu desaparecimento, continuava tentando localizá-lo. Um representante do Conselho Tutelar, então, viu o menino lavando carros na rua, em Ilhéus, e o abordou fazendo algumas perguntas. Ele contou que seus pais moravam em Itabuna, sendo levado de volta para casa. Ao ver o garoto conversando com o homem, Francisco fugiu. 
Em maio deste ano, o lavador de carros foi até a casa do garoto com a intenção de levá-lo novamente, sendo impedido pela mãe do menino que o denunciou à polícia. Ouvida na 1ª DT/Itabuna, a criança revelou o que havia ocorrido no período em que ficou vivendo com o lavador de carros e o mandado de prisão foi solicitado. 
O delegado Fábio José Simões, titular DT/Itabuna, vai apurar se Francisco também abusou de outras crianças. Ele vai responder por sequestro e estupro, se encontrando custodiado na carceragem daquela unidade policial, onde permanecerá à disposição da Justiça.

F: R7/Ba

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