segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Quadrilha usa uniforme da PM e máscaras humanas em assalto a agência da Caixa



Uma quadrilha com cerca de 15 criminosos usou uniformes da Polícia Militar e máscaras que imitam a pele humana para assaltar a agência central da Caixa Econômica Federal de Santos, litoral de São Paulo, neste domingo (17). O grupo estava armadoe também usou toucas ninjas na ação, que começou por volta das 11h. Uma vigia foi feita refém até as 18h. Os criminosos fugiram levando dinheiro, armas e joias penhoradas que estavam nos cofres. Segundo depoimento da vigilante, um dos assaltantes chegou à agência vestido de policial, com uma caneta e prancheta na mão, perguntando se estava acontecendo algum problema na agência. Com isso, a funcionária voltou sua atenção para o homem, momento em que outros três integrantes do grupo entraram na agência com revólveres no bolso. A vigilante foi rendida e amarrada com fios de mouse e telefone, onde ficou no andar superior da agência até que os criminosos fossem embora. Uma segunda vítima, que estava chegando para fazer a limpeza da agência, também foi rendida. O restante da quadrilha chegou ao local em seguida, com uma maleta de ferramentas. As vítimas conseguiram se soltar quando a quadrilha foi embora e aproveitaram para chamar a polícia. Os agentes constataram que o cofre da agência havia sido aberto com a utilização de um maçarico. A vigilante informou aos policiais que nove revólveres calibre 38 foram levados, além de 90 cartuchos e computadores. De acordo com a polícia, o local ficou sem energia na véspera, sábado (16), o que desligou o sistema de monitoramento da unidade. Alguns malotes de dinheiro foram encontrados no estacionamento do banco, bem como sacolas com ferramentas e máscaras que imitam a pele humana. Os caixas de autoatendimento não foram danificados. Ainda não há confirmação do valor total roubado. Até o momento, ninguém foi preso. Em nota, a Caixa disse que as informações sobre eventos criminosos são repassados apenas para as autoridades policiais e que o banco está contribuindo com a investigação.
Mídia Recôncavo

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