Ana Paula foi indiciada pela Corregedoria da Polícia Civil por prevaricação, por ter entregado sua arma profissional, em momentos anteriores ao crime, ao marido. Além disso, durante as investigações, ela também foi indiciada por porte ilegal de arma de fogo, no entendimento da Lei de Desarmamento por ter cedido ou emprestado sua pistola de uso pessoal para o companheiro.
As investigações mostraram ainda que a servidora do governo de Minas Gerais permitia e tinha ciência que Renê usava sua pistola de uso pessoal.
Durante a denúncia de Renê à Justiça, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu que o processo contra a delegada fosse desmembrado. A medida foi acatada pela juíza Ana Carolina Rauen, sumariante do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte.


















.jpeg)






























