
Foi consenso o entendimento de que não há motivo para que se tente aprovar de forma intempestiva as reformas pretendidas pelo governo Temer, especialmente num momento em que o País se depara com um intrincado esquema de corrupção, que atinge todas as estruturas de poder, colocando sob suspeição os interesses que motivam o açodamento para votações de propostas cujo impacto se fará sentir por anos a fio. Após a explanação dos advogados do Sindimed – Dr. Celso Vedovato e Dra. Cláudia Bezerra -, sobre projetos das reformas previdenciária e trabalhista, a assembleia pode discutir com clareza os potenciais impactos que esses ataques terão sobre a categoria médica.
Embora houvesse unanimidade sobre a necessidade de rechaçar os projetos de reformas, os médicos expuseram divergências em relação à greve do dia 28. Levada à votação, a adesão foi aprovada pela maioria de 55 votos, contra 21 votos contrários e uma abstenção. Vale ressaltar ainda que, na opinião geral da assembleia, a discussão sobre reformas deve ser travada durante os debates que precedem a próxima eleição presidencial, entre os futuros candidatos, para que assumam perante a população os compromissos de mandato apresentados nas respectivas campanhas.
Recôncavo News
Nenhum comentário:
Postar um comentário