O assassinato da adolescente Luana Marcelo Alves, de 12 anos, em Goiânia
"Cada caso que a gente pega, a gente acha que não tem o pior, mas esse foi com requintes de crueldade, sem motivação e sem razões para isso", se espantou a delegada.
Reidimar disse à Luana que estava devendo dinheiro aos pais dela como uma isca para atrair a adolescente até a casa dele. "Falei para ela que estava devendo dinheiro aos pais dela e que iria passar o dinheiro para ela. Falei que ia levar ela na casa dela. Eu matei ela enforcada", relatou o suspeito.
Ele tentou estuprar Luana, mas ela resistiu, e, por isso, a enforcou até a morte. Depois, ele queimou o corpo de Luana e enterrou o corpo no quintal de casa. O corpo foi encontrado dois dias depois de carbonizado e enterrado, a identificação da menina será feita somente por exame de DNA ou arcada dentária.
Reidimar contou que na véspera do crime bebeu e usou cocaína e não conseguia dormir. Ele resolveu sair de carro, na manhã de domingo, quando viu Luana andando na rua. Ele levou Luana para casa dele, onde tentou estuprar a menina. Ele tem marcas de unhadas no rosto e nos braços, segundo a polícia, o que indicam que Luana resistiu.

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