Em entrevista ao repórter Sotero Filho, Ron do Povo afirmou não se arrepender da ação, alegando que agiu em defesa de uma jovem grávida que estava sendo agredida em via pública.
"Em nenhum momento eu pensei em tirar a vida de ninguém, só fiz inibir a ação do agressor com essa jovem de 24 anos, uma mãe de três filhos e grávida do quarto, que me agradeceu muito. Ela declarou aqui na delegacia que eu salvei a vida dela, pois o individuo estava muito descontrolado. Eu vim a face da Terra para fazer o bem sem olhar a quem, e faria novamente. Eu só fui defender uma vida, na verdade duas, dela e do bebê", declarou o vereador.
Uma equipe da Rondesp Leste, que participava da Operação Visão Noturna, esteve no local e conduziu o vereador, o agressor e a vítima para a Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM).
O advogado Rafael Esperidião, que acompanhou o caso, informou que a justiça foi restabelecida com a libertação do vereador. Ainda de acordo o advogado, a demora na liberação foi devido ao trâmite judiciário, decorrente do recesso de fim de ano.
"É o que nós do ramo do direito chamamos de 'legítima defesa clássica', está lá no artigo 25. No caso do vereador, agindo em legítima defesa de terceiros, da moça que estava sendo agredida", pontuou o advogado.
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