terça-feira, maio 21, 2024

Integrante de quadrilha de policiais troca tiros com a PF no São Gonçalo do Retiro

Um dos alvos da Operação Fogo Amigo, Diego do Carmo dos Santos resistiu à prisão e acabou baleado, na manhã desta terça-feira (21/05), no bairro do São Gonçalo do Retiro. A ocorrência foi na Rua Milton Gomes Costa.

A fonte do Informe Baiano detalhou que o investigado atirou contra os policiais federais, civis e militares, que reagiram. O homem fazia parte de uma facção liderada por um sargento da Polícia Militar de Pernambuco e que tinha a participação de diversos agentes de segurança, incluindo um capitão da PM baiana (já já mais detalhes).

A investigação da Polícia Federal revelou que Diego recebia armas e munições de um sargento e entregava para uma facção. A fonte do IB não confirma o nome do grupo criminoso atuante na capital, mas tudo indica que seja o Comando Vermelho (CV). A quadrilha dos policiais também fornecia armamento para o grupo criminoso Honda, que atua no Norte baiano.

O resistente também tinha forte relação com um ex-policial conhecido como Da Hora, alvo de um mandado de prisão no bairro de Santa Mônica.

Já já mais detalhes.


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Integrante de quadrilha de policiais troca tiros com a PF no São Gonçalo do Retiro
Publicado por
Redação IB
21 de maio de 2024 às 09:32
 
atualizado há 10 horas

Um dos alvos da Operação Fogo Amigo, Diego do Carmo dos Santos resistiu à prisão e acabou baleado, na manhã desta terça-feira (21/05), no bairro do São Gonçalo do Retiro. A ocorrência foi na Rua Milton Gomes Costa.

A fonte do Informe Baiano detalhou que o investigado atirou contra os policiais federais, civis e militares, que reagiram. O homem fazia parte de uma facção liderada por um sargento da Polícia Militar de Pernambuco e que tinha a participação de diversos agentes de segurança, incluindo um capitão da PM baiana (já já mais detalhes).

A investigação da Polícia Federal revelou que Diego recebia armas e munições de um sargento e entregava para uma facção. A fonte do IB não confirma o nome do grupo criminoso atuante na capital, mas tudo indica que seja o Comando Vermelho (CV). A quadrilha dos policiais também fornecia armamento para o grupo criminoso Honda, que atua no Norte baiano.

O resistente também tinha forte relação com um ex-policial conhecido como Da Hora, alvo de um mandado de prisão no bairro de Santa Mônica.

Já já mais detalhes.

Quadrilha de policiais

A Polícia Federal, em ação integrada com o GAECO Norte do MP/BA, e com o apoio da CIPE-CAATINGA, BEPI (PM/PE); CORE-Polícia Civil da Bahia; GAECO/PE; FORCE/COGER; CORREG (Polícia Militar da Bahia e de Pernambuco); e Exército Brasileiro, deflagrou, na manhã desta terça-feira (20/05), a Operação FOGO AMIGO, com o objetivo de desarticular organização criminosa formada por diversos policiais militares da Bahia e Pernambuco, CACs e lojistas, especializada em vender armas e munições ilegais para facções criminosas nos dois estados e também em Alagoas.

Desde as primeiras horas da manhã, cerca de 325 policiais federais, grupos táticos da PF/BA, PM/BA, PM/PE, PC/BA GAECO/BA, GAECO/PE e Exército, cumprem 20 mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão nas três federações em desfavor de agentes de segurança pública, CACs, empresários e lojas de comercialização de armas de fogo, munições e acessórios.

Foi deferido, ainda, o sequestro de bens e bloqueio de valores de até R$ 10 milhões dos investigados, além da suspensão da atividade econômica de três lojas que comercializavam material bélico de forma irregular.

Durante a deflagração da operação, o Exército Brasileiro realizou fiscalização em outras lojas que comercializam armas, munições e acessórios controlados nos municípios de Juazeiro/BA e Petrolina/PE.

Os investigados responderão pelos crimes de Organização Criminosa, Comercialização ilegal de armas e munições, Lavagem de Dinheiro e Falsidade Ideológica, cujas as penas somadas podem chegar a 35 anos de reclusão.

FOGO AMIGO faz alusão ao fato de que os policiais integrantes da organização criminosa vendem armas e munições de forma ilegal para criminosos faccionados e que acabam sendo utilizadas contras os próprios órgãos de segurança pública.

A Polícia Federal continuará a apuração, na tentativa de elucidar a real amplitude da suposta organização criminosa, bem como identificar outros integrantes.
Fonte Informe Baiano 

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