quinta-feira, junho 06, 2024

Chiquinho', traficante do CV que espalhava terror no Centro de Salvador, morre em troca de tiros com a polícia

O traficante Francisco Gomes de Alencar Filho, conhecido como Chiquinho, morreu na manhã desta quinta-feira (5) em confronto com policiais da Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo), no bairro de Tancredo Neves, em Salvador. Ele era responsável pelo tráfico de drogas no Tororó.

A polícia atribui a ele as últimas mortes que ocorreram no Tororó e em Nazaré, bairros da região central da cidade. Entre as vítimas estavam um funcionário de um depósito de bebidas, um entregador de pizzas e um funcionário de uma lan house. 
Em setembro de 2019, Chiquinho foi acusado de ser mandante da morte da própria namorada, identificada como Gabriela dos Santos Castro, de 24 anos. A vítima foi morta na Rua Amparo do Tororó. As investigações apontaram que ela foi assassinada porque sabia do envolvimento do namorado com roubos de carros e, durante uma briga, prometeu denunciá-lo às autoridades policiais.
Chiquinho, que pertence ao Comando Vermelho (CV), estava escondido na localidade conhecida como Buracão, em Tancredo Neves, reduto da facção criminosa nascida no Rio. Ele estava em um carro quando atirou contra os agentes policiais. Dentro do automóvel, foi encontrada uma granada.

Mortes atribuídas a Chiquinho:

Gabriel Ferreira morto no dia 18 de maio, em um depósito de bebidas na Rua Amparo do Tororó. Ele estava trabalhando quando foi morto por homens que que chegaram no local a bordo de um carro
Jackson Conceição dos Santos, de 35 anos, conhecido como "Vei", foi morto no dia 15 de maio no Tororó. Ele já havia sido preso em 2007 acusado de roubar os braços da estátua de Pelé, localizada no estádio da Fonte Nova.
Rafael Silva, de 28 anos, foi assassinado no dia 24 de abril por homens armados, quando separava equipamentos em uma lan house, na Rua Amparo do Tororó. 
Fernando Gomes Bentemuller da Rocha, de 18 anos, foi morto no dia 28 de maio, na Rua Marujos do Brasil, em Nazaré, via que faz limite com o Tororó. Ele era estudante, jovem aprendiz em uma rádio e entregador de pizzas. Ele estava em serviço em uma moto quando foi executado com mais de 20 tiros.
F. Bnews 

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