O relato de uma criança que testemunhou o ataque aponta que o espancamento começou porque Alícia se recusou a “ficar” com um dos colegas.
No entanto, uma das tias da criança afirma que a motivação não foi confirmada oficialmente.
O atestado de óbito registra como causa da morte “traumatismo cranioencefálico produzido por instrumento contundente”, o que indica que a menina foi atingida na cabeça com algum objeto.
As agressões ocorreram na quarta-feira (3), na Escola Municipal Tia Zita. O boletim detalha que Alícia foi interceptada no banheiro ou próximo dele, quando os colegas iniciaram as agressões.
Depois do espancamento, a menina foi socorrida por funcionários da escola e levada ao hospital do município, onde recebeu medicação e foi liberada. Em casa, apresentou sangramento no ouvido. A mãe decidiu levá-la a um posto de saúde, mas, novamente, a filha foi liberada.
Horas depois, Alícia vomitou sangue e diante da gravidade dos sintomas, a mãe a levou ao Hospital Municipal de Belém do São Francisco. De lá, a criança foi encaminhada para o Hospital de Salgueiro, a cerca de 80 quilômetros, até ser transferida ao Hospital da Restauração, no Recife. No domingo (7), os médicos confirmaram a morte cerebral.
F. Jornal Zero 75
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