A Polícia Civil de Feira de Santana investiga as circunstâncias da morte de Clériston Pereira Cruz, 39 anos, cujo corpo foi encontrado na tarde desta terça-feira (30) em uma lagoa na região de São Cristóvão, no distrito de Maria Quitéria. Embora o caso tenha sido inicialmente registrado como afogamento, a família da vítima contesta a versão e levanta suspeitas de crime violento.
Clériston, que trabalhava com reciclagem e serviços na roça, foi localizado por populares boiando nas águas de um tanque da região. O corpo em decomposição foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana para a realização da necropsia, que deve determinar a causa real do óbito.
Em entrevista à Rádio Subaé, Nailton, cunhado da vítima, relatou que o estado em que o corpo foi encontrado acendeu o alerta entre os familiares. Segundo ele, o corpo apresentava sinais de violência física que não condizem com uma morte acidental por submersão.
“O rosto estava com hematoma, tinha inchado os dois olhos e com sangue na parte do olho e do nariz. A família suspeita de alguém ter pegado ele e matado, espancado. Pelo que eu vi na situação do rosto dele, afogamento está descartado”, afirmou Nailton.
Outro ponto que intriga a família é o comportamento de uma pessoa que estaria com seu familiar. De acordo com o cunhado, a vítima estaria morta desde a última segunda-feira (29), mas os parentes só foram avisados na noite de ontem, quando um conhecido apareceu com os documentos .
“Quem estava com ele não veio dar informação. Diziam que foi afogamento, mas eu perguntei: ‘Se foi afogamento, por que não foi avisar a gente?’. Ficou um contradição, sem ninguém entender nada”, desabafou o familiar.Corpo apresentava hematomas no rosto; parentes suspeitam de espancamento
Blog Central de Polícia, com informações de Denivaldo Costa e imagem reprodução/redes sociais

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