O alerta sanitário que preocupou a população conquistense nos últimos dias foi oficialmente desmobilizado. A paciente do município que vinha recebendo acompanhamento médico por suspeita de infecção pelo vírus Mpox foi diagnosticada, na realidade, com varicela (a popular catapora). O veredito clínico definitivo foi estabelecido graças à análise de amostras conduzida pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (LACEN-BA). A reclassificação do quadro de saúde desta paciente integra o mais novo balanço da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), órgão ligado à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB).
Inclusive, segundo apurado pelo Blog do Marcelo, as autoridades sanitárias reforçam que a rede de atendimento permanece em estado de alerta preventivo, executando um monitoramento rigoroso e ininterrupto em todas as unidades de saúde do estado.
O panorama da doença na Bahia
Os números recentes tranquilizam e mostram que o estado consegue manter a doença fora de circulação comunitária. De um total de sete notificações de suspeita clínica levantadas na última janela epidemiológica, nenhuma resultou em transmissão ocorrida em solo baiano. O detalhamento estatístico da SESAB revela o seguinte cenário sobre os sete registros investigados: 5 casos foram completamente descartados após laudos laboratoriais negativos. 1 caso foi reclassificado como varicela (a paciente atendida em Conquista). 1 caso foi atestado como infecção “importada”.
Sobre a infecção importada, a pasta explicou que se trata de um indivíduo proveniente da cidade de Osasco, em São Paulo. Para garantir a precisão dos mapas federais de contágio, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) já acionou o Ministério da Saúde, solicitando que a estatística deste paciente seja transferida para a contabilidade paulista, seu local de origem. Até o fechamento desta atualização, a Bahia segue sem o registro de nenhuma morte provocada pela Mpox.
Blog do Marcelo

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