Uma mulher e seus dois filhos foram encontrados mortos dentro da residência da família, em um condomínio na Flórida, nos Estados Unidos. O caso é tratado inicialmente pelas autoridades como um possível homicídio seguido de suicídio.
De acordo com o Gabinete do Xerife do Condado de Manatee, policiais foram acionados por volta das 20h30 da quinta-feira (26) para realizar uma checagem em uma casa localizada em Lakewood Ranch. O pedido partiu do proprietário do imóvel, que estava em viagem pela América do Sul e relatou dificuldade para entrar em contato com a esposa e os filhos, o que gerou preocupação.
Ao chegarem ao local, os agentes entraram na residência e encontraram um adolescente de 14 anos e uma menina de 11 anos mortos em cômodos diferentes. A mãe das crianças, de 44 anos, também foi localizada sem vida em outro ambiente da casa, conforme informou a revista People.
Em entrevista à emissora Fox 13, o porta-voz do gabinete do xerife, Randy Warren, afirmou que as circunstâncias do caso ainda estão sendo analisadas. “Nós realmente não sabemos tudo o que se passava na mente dela. Mas estamos muito confiantes de que todas as pessoas envolvidas neste caso foram identificadas”, disse.
Warren destacou ainda que não há indícios de participação de terceiros. “Não houve ninguém que tenha entrado ou saído da casa. Por mais trágico que seja, é realmente inimaginável que duas crianças tenham sido mortas dentro de casa por um dos pais e que depois ela tenha tirado a própria vida”, afirmou.
Os nomes das vítimas não foram divulgados até o momento, e o médico-legista da região ainda não concluiu oficialmente as causas das mortes. Segundo o gabinete do xerife, as investigações preliminares indicam que não há risco para a comunidade.
O porta-voz classificou o local como uma “cena violenta”, conforme também noticiado pela WFLA News Channel 8. Ainda de acordo com a polícia, não havia registros anteriores de ocorrências no endereço. A família havia se mudado do Missouri para a Flórida há cerca de três anos e, desde então, não houve chamados policiais relacionados à residência. “Não havia absolutamente nada que indicasse que algo assim pudesse acontecer”, concluiu Warren.
F.IB

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