A calmaria que cercava a segurança pública em Itabuna foi drasticamente interrompida na madrugada deste domingo, 15 de março. Kevin Junior Souza Santos, de 21 anos, foi assassinado a tiros nas proximidades do condomínio Pedro Fontes I, localizado no bairro São Roque. O crime encerra um hiato de quase dois meses sem registros de mortes violentas na cidade, configurando o segundo homicídio do ano de 2026. O caso anterior havia ocorrido em 24 de janeiro, quando um homem foi executado na feira livre do bairro Califórnia. O episódio de violência teve início quando a vítima deixava um evento festivo, conhecido como “som de paredão”, realizado em um sítio às margens do Semianel Rodoviário. Kevin estava acompanhado de um amigo no momento em que a dupla foi interceptada por um homem armado. Conforme a dinâmica do ataque, o criminoso ordenou que o acompanhante se retirasse antes de abrir fogo contra o jovem. Sem qualquer oportunidade de reação ou fuga, a vítima foi atingida fatalmente, enquanto o executor evadiu-se do local sem deixar pistas imediatas.
A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser deslocada para o endereço, mas apenas confirmou que o rapaz já não apresentava sinais vitais. Segundo apurado pelo Blog do Marcelo, o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou o levantamento cadavérico e a perícia de campo por volta das 5h30, recolhendo cápsulas de pistola calibre .40 que ficaram espalhadas pelo chão. Os peritos criminais identificaram que Kevin foi alvejado por três disparos que o atingiram na região das costas. Embora a motivação do crime ainda seja um mistério para as autoridades, as primeiras informações indicam que o jovem era morador do bairro São Roque e não possuía registros de antecedentes criminais. A notícia causou forte comoção nas redes sociais, onde conhecidos e amigos prestaram homenagens e reforçaram o perfil da vítima como uma pessoa trabalhadora e sem conexões com atividades ilícitas ou facções organizadas. A Polícia Civil agora assume as investigações para identificar a autoria e entender o que teria motivado a execução.
Blog do Marcelo,

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