domingo, abril 12, 2026

Justiça mantém presa suspeita de mandar matar fundador de grupo internacional de capoeira


A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão da mulher suspeita de ser a mandante do assassinato do mestre de capoeira Paulo Cesar da Silva Souza, conhecido como Paulinho Sabiá, fundador do grupo Capoeira Brasil. Segundo as investigações, a própria irmã da vítima, Adriana Souza Possobom, teria encomendado o crime. 

O homicídio aconteceu em 18 de fevereiro deste ano, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Paulinho Sabiá foi morto a tiros enquanto estava dentro de um carro, no bairro de Icaraí.

De acordo com o Globo, diante da decisão que manteve a prisão da suspeita, a defesa de Adriana entrou em segunda instância, no Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), com pedido de habeas corpus para que ela responda em liberdade.

Segundo a polícia, criminosos em uma motocicleta se aproximaram do veículo e o homem que estava na garupa efetuou os disparos. A companheira da vítima, que dirigia o carro, não foi atingida e sobreviveu ao ataque.

O piloto da moto, Juan Nunes dos Santos, já foi localizado e preso. Segundo a polícia, ele apontou Adriana como a mandante da morte do capoeirista. Diante disso, policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, que investigam a tentativa de homicídio e o assassinato de Sabiá, prenderam Adriana "por força de um mandado de prisão temporária".

Paulinho Sabiá era um dos nomes mais respeitados da capoeira brasileira. Ele iniciou sua trajetória ainda jovem e, em 1989, fundou o grupo Capoeira Brasil ao lado de outros mestres. A organização se tornou uma das maiores do mundo, com atuação em diversos países, como Estados Unidos, Austrália, Bélgica e Suiça.

F.B.NEWS

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