terça-feira, maio 19, 2026

Mãe de jovem encontrada enterrada no próprio quintal faz revelação


Um crime brutal chocou moradores após a dona de casa Magali Moraes de Oliveira (65), encontrar o corpo da própria filha enterrado no quintal da casa da família depois de cinco dias de buscas desesperadas. A vítima, Miriam Abraão de Oliveira Soares (39), estava desaparecida desde a última terça-feira.

O principal suspeito é o próprio irmão dela, Abraão de Oliveira Soares (42), que confessou o assassinato após ser pressionado pela polícia. Segundo as investigações, o crime teria acontecido após uma discussão banal envolvendo água suja de esgoto que atingiu as plantas cuidadas por Miriam.

“Eu senti aquele cheiro forte”, relata mãe da vítima

Em depoimento emocionante, dona Magali contou que fazia orações enquanto estendia roupas no varal quando sentiu algo estranho vindo da terra no quintal da residência.

“Eu tô botando a roupa da máquina na corda e falando com Deus: ‘me amostre onde tá minha filha’. Faz cinco dias hoje, onde que tá essa menina? Eu sou tua serva, me dá uma luz no fundo do túnel”, relatou.

Segundo ela, naquele momento sentiu um forte odor e percebeu movimentação na terra.

“Nisso que eu tô colocando a roupa na corda, eu senti aquele cheiro forte entrando no meu nariz e a terra subiu. Aí eu parei assim, olhei, quando eu vou fazer assim com a terra, a minha filha ali enterrada”, contou.


A mãe afirmou que encontrou o corpo da filha cavando com as próprias mãos no pequeno jardim da casa.

Discussão começou por causa de plantas

De acordo com a polícia, Miriam teria discutido com o irmão depois que ele jogou água de esgoto próximo às plantas que ela cuidava diariamente com carinho.

A investigação aponta que o suspeito estaria limpando um esgoto quando acabou respingando sujeira no jardim da irmã. Irritada, Miriam teria reclamado da situação, o que iniciou a discussão.

Segundo o relato da mãe, o suspeito tentou justificar o ocorrido inicialmente.

“Ah, a minha filha ficou nervosa aí porque eu tava limpando aqui o esgoto, né? Aí porque eu tava brigando, porque eu tava jogando esgoto na planta dela”, disse ele à família.

A polícia acredita que, durante a briga, Miriam foi morta a pauladas. Depois do crime, o corpo foi enterrado justamente próximo às plantas que ela costumava cuidar.

Suspeito agiu normalmente durante buscas

O caso causou revolta principalmente pela frieza atribuída ao suspeito. Familiares e vizinhos afirmam que ele acompanhou normalmente as buscas pela irmã desaparecida sem demonstrar nervosismo.

“Frio, frio, frio. Meu Deus do céu, criar um filho com tanto amor, com tanto carinho, com tanta luta e depois esse filho transforma em um monstro”, desabafou dona Magali.

Segundo ela, o filho já apresentava comportamento agressivo e teria ameaçado o próprio pai anteriormente.

“Discutiu com o pai dele aí, aí ele pegou a faca para voar em cima do pai dele”, afirmou.

Confissão aconteceu após pressão da polícia

A mãe também elogiou a atuação da investigadora responsável pelo caso, que pressionou o suspeito até ele admitir o assassinato.

“A investigadora apertando ele, ótima, gostei muito dela mesmo. Uma mulher de coragem. Conforme ela foi apertando ele, aí ele falou que foi ele”, relatou.

Após a descoberta do corpo, moradores da região ficaram revoltados. Quando o suspeito foi levado pela polícia, pessoas gritaram “assassino” na rua.

Polícia investiga detalhes do homicídio

Segundo a Polícia Civil, o suspeito possui histórico de ocorrência por ameaça e foi conduzido ao centro de triagem, onde permanece à disposição da Justiça. Ele foi autuado inicialmente por ocultação de cadáver, enquanto o homicídio segue sendo investigado pelas autoridades.

F. Bacci Notícias:

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