Bárbara procurou atendimento na unidade de saúde após apresentar queda da pressão arterial. Com o passar das horas, o estado de saúde da paciente piorou.
De acordo com o registro policial, o médico plantonista teria sido chamado diversas vezes para atender a uma ocorrência considerada urgente. Os contatos teriam sido feitos, inclusive, pela médica que realizou o primeiro atendimento à paciente, por telefone e por mensagens de aplicativo.
Segundo a ocorrência, o médico não foi encontrado durante o período mais crítico do atendimento e só chegou ao hospital após a morte da paciente.
Após reunir as informações iniciais, policiais civis foram até a casa do médico e o conduziram à delegacia. Segundo o boletim, durante a abordagem, ele teria tentado deixar o local com o carro, o que levou um dos agentes a sacar a arma para controlar a situação.
A PCMG informou que aguarda a conclusão de laudos periciais, o envio de documentos solicitados ao hospital e a realização de novos depoimentos para esclarecer completamente os fatos.
Em relação ao investigado, a corporação informou que ele foi colocado em liberdade após as medidas judiciais cabíveis.
A reportagem tentou contato com o Hospital São Francisco, e com o a defesa de Higo Moreira Fonseca que não retornou até o momento. O espaço segue aberto para manifestação.
F. Portal Tupiniquim
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