Kelly foi vista pela última vez na noite de 17 de julho de 2011, durante o Salvador Fest. Horas depois, já na madrugada do dia 18 de julho, seu corpo foi encontrado no centro de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, apresentando marcas de disparos de arma de fogo e golpes de faca.
O assassinato causou grande comoção em toda a Bahia e ganhou ampla repercussão na imprensa. O enterro da jovem reuniu uma multidão, enquanto milhares de mensagens de homenagem e despedida foram publicadas nas redes sociais, transformando o caso em um dos assuntos mais comentados daquele período.
Durante as investigações, a Polícia Civil trabalhou com diferentes linhas de apuração, entre elas a possibilidade de crime passional e um possível envolvimento com disputas entre grupos criminosos. Diversos suspeitos chegaram a ser investigados ao longo dos anos.
Em 2012, o inquérito policial apontou três pessoas como suspeitas pela execução de Kelly. Entretanto, após o andamento do processo judicial, os acusados foram absolvidos pela Justiça em 2016, e o homicídio permaneceu sem qualquer condenado.
Outro episódio que marcou o caso foi o vazamento de fotografias do corpo da vítima dentro do Instituto Médico Legal (IML). A divulgação das imagens provocou forte repercussão e levou a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) a instaurar uma investigação administrativa para apurar as circunstâncias do ocorrido.
Mesmo após uma década e meia, a morte de Kelly Cyclone continua sendo um dos casos policiais mais emblemáticos da Bahia. A ausência de uma condenação mantém o crime envolto em questionamentos e reforça a cobrança por respostas definitivas sobre quem foi o responsável pelo assassinato da jovem.
Fonte: Informações divulgadas pelo Grupo de WhatsApp Boca de Zero 9.
Nenhum comentário:
Postar um comentário