sexta-feira, abril 17, 2026

Aluna de 16 anos denuncia estupro coletivo dentro de colégio em Salvador


Uma aluna de 16 anos denunciou ter sido vítima de estupro cometido por dois estudantes dentro do Colégio Estadual de Tempo Integral Presidente Costa e Silva, no bairro da Ribeira, em Salvador, na quinta-feira (16). Ambos os denunciados, que também têm 16 anos, foram apreendidos por ato infracional análogo ao crime de tentativa de estupro coletivo, segundo a Polícia Civil. 

Eles foram conduzidos à Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) especializada pelo Batalhão Escolar da Polícia Militar e permanecem à disposição da Vara da Infância e da Juventude. Foi expedida guia para exame pericial, e a adolescente foi encaminhada para realização do procedimento no Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Aluna denuncia estupro em colégio de Salvador

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) confirmou a denúncia e disse, em nota, que presta assistência à vítima que denunciou o abuso. A pasta afirma que convocou pais e responsáveis e prestou acompanhamento especializado com equipes do Serviço Social e de Psicologia. 

Em nota, a pasta lamentou o ocorrido. "A Secretaria da Educação repudia toda forma de violência e vai adotar todas as medidas necessárias para os esclarecimentos do caso e o apoio à vítima. No mesmo dia da denúncia, a escola deu início ao processo de transferência dos estudantes acusados. A SEC colabora com a polícia e reforça sua posição de garantir um ambiente seguro, harmonioso e de bem-estar em todas as unidades da rede", afirma. 


O grêmio estudantil do Colégio Estadual de Tempo Integral Presidente Costa e Silva publicou uma nota em que repudia a violência denunciada pela aluna. "O grêmio estudantil, em conjunto com a direção do colégio e ouvidoria, vem a público manifestar seu total repúdio a qualquer forma de violência sexual, incluindo situações de tentativa ou consumação de abuso", escreveu. 

"Reforçamos que não compactuamos, não toleramos e não normalizamos nenhum tipo de conduta que viole a integridade, a dignidade e a segurança de qualquer estudante ou membro da comunidade escolar. Esse tipo de atitude é inaceitável e fere diretamente os princípios de respeito, convivência e proteção que devem existir dentro e fora do ambiente escolar", acrescenta. 

 CORREIO 

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